quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Prólogo Parte 1 - Senhor Fuego

Cidade de Canalave, um dos três grandes portos de Sinnoh. Senhor Fuego não era muito de visitar a cidade, ele como dono das indústrias de ferro não tinha muito tempo livre, mas ele tinha de ir visitar as ilhas de ferro para conferir as novas minas construídas recentemente. O barco contratado por ele estava atrasado, pois estava começando a liga pokemon, um evento anual que reúne os treinadores de toda região. O fluxo naval estava maior do que o normal, para esperar senhor Fuego estava na biblioteca de Canalave, o maior centro histórico e mitológico de toda Sinnoh.

― Senhoras e senhores, passageiros do navio A235 com destino a ilha Stark, seu navio se encontra na quarta doca e está pronto para viajem. ― Falou a atendente no alto-falante da biblioteca.

Já era o quinto navio que saia, desde que senhor Fuego havia chegado ao porto, era ótimo poder esperar na biblioteca, principalmente por que eles avisam quando o seu navio estiver pronto para partir. Os passageiros do barco chamado começaram a deixar a biblioteca e o sofá em frente o televisor ficou vazio, senhor Fuego aproveitou e se sentou para assistir algum programa, mas antes que pudesse pegar o controle do aparelho, um garoto já estava com ele ligando a TV.

O garoto é o filho do senhor Fuego e estava indo com o pai para as ilhas de ferro. Ele já tinha idade para partir numa jornada, senhor Fuego tinha até preparado uma surpresa para o aniversário dele no começo daquele mês, seu filho, Fuego Junior, teria a honra de pegar um dos três iniciais com Rowan, pesquisador chefe da região. Porém, quando o garoto descobriu, recusou a oferta. Ele não tinha o interesse de sair numa jornada.

Foi uma grande decepção para senhor Fuego, todos os jovens de Sinnoh saiam numa jornada, tentou animar o garoto a pelo menos ir assistir a liga, mas ele disse que as batalhas pokemon não era algo de que ele gostava. Triste com a escolha do filho, senhor Fuego o convidou para ir para ilhas de ferro para aprender mais sobre a o negócio da família.

Junior ligou a televisão, estava passando a abertura da liga, ele parecia que ia trocar de canal.

― Nem pense em trocar de canal filho. ― Senhor Fuego falou bravo. ― Assista a este programa quem sabe ele não te mostre a emoção das batalhas.

O garoto apenas bufou e jogou o controle para o lado. Na TV estava começando uma batalha da liga.

Vai começar a primeira batalha senhoras e senhores. Falou o apresentador do programa. E entra o primeiro competidor, Aaron! Era um garoto de cabelos verdes, devia ter a mesma idade de Junior. Este garoto de Pastoria é um especialista do tipo inseto e parece ser um grande candidato para o título deste ano.

Conforme o apresentador falava do garoto, este arremessou uma esfera vermelha e branca, uma pokebola, dela saiu um Yawnmega.

Sua oponente é Sara! Uma treinadora de Solaceon. Continuou o apresentador. Ela já participou da última liga, ficando no top oito, como será que ela vai se sair desta vez minha gente? A garota arremessou sua pokebola e invocou um Staraptor. – Sara tem a vantagem neste início de batalha, como será que Aaron irá lidar com isso?

― Senhoras e senhores, passageiros do barco B015 com destino as ilhas de ferro, sua embarcação se encontra na segunda doca e está pronto para viajem. ― Era a atendente chamando o barco de senhor Fuego. Quando o Staraptor carregava um BraveBird. O aparelho desligou.

Temos que ir pai. O senhor Fuego olhou para o filho indignado, mas o garoto estava certo, não podiam perder o barco.

Certo filho. Vamos. ― Senhor Fuego se levantou e seguiu seu filho para a saída da biblioteca.

Os dois seguiram seu caminho pela cidade portuária, grandes navios atracados pelos portos e várias pessoas embarcando. Telões espalhados pelo lugar passando o confronto entre o Yawnmega de Aaron e a Lopunny de Sara. O público aplaudia conforme a batalha continuava, fazia tempo que a abertura da liga não fazia as pessoas ficarem tão animadas daquela maneira.

Apesar do grande movimento de pessoas na cidade, a segunda doca estava relativamente vazia apesar de algumas pessoas estivam ali aproveitando o telão menos movimentado. Na fila para o barco, havia apenas um homem grande e forte, ele era o capitão esperando os passageiros subirem a bordo antes de partir. O barco era bem menor que os grandes navios que iam para a liga em Stark.

― Ola Fuego, pronto para ir para o arquipélago? ― Disse o capitão, Fuego sempre o contratava para aquele serviço. Eles acabaram se tornando grandes amigos nestas viagens.

― Sempre estou Roberto, hoje trouxe meu filho para conhecer as ilhas. ― Fuego, puxou o filho pelo ombro. ― Junior, este é Roberto, o capitão. Ele sempre me leva para as ilhas.

― Este é seu filho Fuego? Não disse que ele iria sair numa jornada? ― Perguntou Roberto surpreso. O garoto apenas respirou fundo e entrou no barco, provavelmente não queria falar sobre aquele assunto. Senhor Fuego respirou fundo enquanto o filho se afastava. ― Me deixa adivinhar, ele não quis sair numa jornada, certo?

― Eu não entendo esses jovens de hoje em dia, na nossa época a melhor coisa era sair para explorar esse maravilhoso continente. Quem sabe Adam não consiga o fazer mudar de opinião.

― Desculpe senhor, mas meu filho não irá dessa vez.

― Estranho, ele gosta tanto de visitar as ilhas.

― Acontece que ele adoeceu, pegou uma gripe forte, Sandra não o deixou sair de casa.

― É uma pena, desejo melhoras ao seu filho.

― Obrigado Fuego. ― Roberto olhou em volta, parecia procurar alguma coisa. ― E Bóreas, não vira hoje? ― Ele estava perguntando sobre o dono da usina eólica de Sinnoh, senhor Bóreas.

― Ele foi assistir a liga desse ano, parece que Cynthia disse que um novo treinador subira para a elite dos quatro. Estamos prontos para partir?

― Ainda falta o seu guia, mas o outro passageiro, já está aí. Não quer subir para conhecê-lo? ― Senhor Fuego cumprimentou Roberto mais uma vez e entrou no barco.

A parte de cima do barco era aberta ao ar livre e no havia um campo para batalhas no centro do lugar, sentado numa das cadeiras estava Junior observando o horizonte. O garoto parecia vazio por dentro, Fuego pensou em ir conversar com o garoto, mas o soar de sinos o fez parar. O garoto parecia mais calmo com aquela pequena música. Fuego olhou em volta para localizar a fonte do som e viu um Chimecho flutuando ao seu lado.

O pequeno pokemon parecia sorrir, ele logo foi flutuando para longe do senhor Fuego e parou perto de um jovem, que devia ter a mesma idade de Junior, usando um manto branco. Junior já não parecia mais triste, talvez aquela música tenha o feito esquecer o que o incomodava e Fuego não estava disposto a o fazer lembrar-se do que o afligia. Então ele foi conhecer o treinador de Chimecho. Andou até onde o jovem estava e sentou ao lado dele.

― Esta foi sem dúvida uma bela música. ― Comentou Fuego. O garoto levantou a mão para acariciar seu pokemon e este tocou mais um som relaxante.

― Esta música foi criada para acalmar humanos e pokemons. ― Falou o garoto calmamente, quase como se estivesse meditando. ― Ela acalma nossa mente e inibe nossas tristezas e nossas fúrias.

― Realmente muito belo. ― Falou Fuego com igual calma. ― Foi você que a criou?

― Não, quem compôs esta musica foi minha irmã. ― Disse ele acariciando mais o Chimecho. Ele tinha idade para ser um treinador pokemon, ele devia estar numa jornada, mas porque não estava indo para a liga como a maioria dos treinadores?

― Não conseguiu derrotar Byron? ― Perguntou Fuego curioso. O jovem balançou a cabeça negativamente.

― Ainda não estou pronto para desafiar um dos três maiores. Tenho apenas duas insígnias. ― Disse ele mostrando seu estojo, dentro havia apenas as insígnias da floresta e do carvão.

― Belas insígnias, mas por que está indo para as ilhas de ferro? Não devia estar desafiando outros líderes?

― Ainda não estou pronto para continuar minha jornada. ― O jovem guardou seu estojo e fechou sua mão em punho. ― Se eu quiser provar meu valor, preciso primeiro encontrar minha força. ― A voz dele estava um pouco alterada, ele parecia irritado. Senhor Fuego queria saber de que valores o ele estava falando, mas antes que pudesse perguntar qualquer coisa, Chimecho iniciou sua música novamente. O som fez o treinador relaxar.

Então Fuego ouviu um latido vindo das escadas e ali apareceu um Riolu, o pokemon cachorro saiu correndo pelo pátio e latiu novamente quando chegou à proa do barco.

― Ei Riolu, me espere. ― Disse alguém que subia as escadas logo depois do pokemon. Quando o dono da voz apareceu, Senhor Fuego reconheceu o garoto. Era Riley um jovem explorador, ele sempre aparecia nas ilhas de ferro quando Fuego estava a visitando. Pelo visto o garoto agora tinha um pokemon e estava trabalhando como guia para as ilhas. Quando Riley viu Fuego ele se aproximou. ― Ola senhor, meu nome é Riley e eu estou substituindo o guia oficia, pois ele esta de férias em Stark.

― He he he. ― Riu Fuego. ― Eu conheço você garoto, sempre explorando as minas. Pelo visto agora esta trabalhando nelas. Porque não sai numa jornada com seu pokemon?

Riley assobiou para Riolu e o pokemon se aproximou do grupo latindo. Quando o pequeno estava perto, Riley o pegou nos braços.

― Eu não tenho interesse em partir numa jornada, senhor. ― Respondeu Riley. ― Ganhei este Riolu, mas ele não é para batalhas. Ele nos ajuda nas minas, este pokemon conhece os túneis como ninguém.

Fuego não conseguia se conformar, até mesmo Riley não tinha interesse em sair numa jornada? Aquilo estava errado, qual era o problema com aquela geração? A buzina do barco tocou e ele começou a andar.

― Próxima parada. Ilhas de Ferro. ― Gritou Roberto quando o barco estava entrando em mar aberto.

A viajem não estava muito animada. Parecia que os tripulantes tinham ficado mudos, Fuego não sabia o que falar para tentar mudar o pensamento de Riley sobre sair em uma jornada e também não sabia o que falar para o outro jovem que tivera seu surto de raiva pouco antes da chegada de Riolu. Riley estava à direita de Fuego, olhando o horizonte, enquanto o Jovem, à esquerda acariciando o seu pokemon. Senhor Fuego resolveu quebrar aquele maldito silêncio e se levantou.

― Bem, não nos apresentamos direito. ― Disse ele alto para chamar a atenção de todos no pátio, inclusive de Junior. ― Meu nome é Fuego, sou dono das indústrias de ferro. ― Ele apontou para Junior. ― Aquele é meu filho, Fuego Junior. E vocês são? ― Riley se levantou e colocou a mão no peito.

― Meu nome é Riley, sou minerador das indústrias de ferro. ― Ele fez uma referência e apontou para Riolu. ― Este é Riolu, meu ajudante e parceiro. ― Era a vez do jovem de branco, mas ele parecia não estar interessado.

― E você? ― Perguntou senhor Fuego para ele. Este olhou então para os lados e se levantou.

― Meu nome é Yin, sou apenas um treinador. ― Ele colocou a mão de leve na cabeça de Chimecho. ― Este é Chimecho, meu companheiro de viagens.

Riolu deu um passo à frente, na direção de Chimecho e latiu e bateu com o braço no peito. Chimecho em resposta soou seus sinos animadamente.

― Ora, ora. ― Falou senhor Fuego. ― Acredito que os dois querem batalhar. Parece que este Riolu no final das contas gosta de uma boa batalha. ― Riolu confirmou com a cabeça e latiu mais alto. Riley se ajoelhou ao lado de seu pokemon.

― Quer mesmo batalhar? ― Ele latiu animado em resposta. ― Vamos batalhar Yin? ― Yin puxou Chimecho para perto de si e balançou a cabeça negativamente.

― E ainda se diz treinador. ― Falou Fuego um pouco nervoso. ― De esta batalha para Chimecho Yin!

― Desculpe, mas não posso gastar energia de Chimecho com isso. ― Aquela resposta irritou Fuego, qual era o problema da nova geração de treinadores? Aquele Riolu queria uma batalha, mas se Yin não iria dar uma ele. O próprio Fuego daria.

Ele caminhou até o lado oposto do campo e retirou uma pokebola de seu bolso.

― Certo Riolu. ― Disse ele apontando a bola para frente. ― Vamos batalhar? ― Riolu correu para o campo e latiu animado, sendo seguido por Riley. ― Mostre para esses jovens a beleza das batalhas, Flareon, eu escolho você. ― Ele falou arremessando a esfera branca e rubra para cima.

Quando a pokebola tocou o chão, ela se abriu e de seu interior uma luz branca se espalhou pelo ar tomando a forma do belo pokemon, que logo rugiu pela emoção de iniciar uma batalha.

― Vamos derrotar este Flareon Riolu, vamos começar com QuickAttak! ― Ordena Riley. Riolu corre na direção de seu oponente e tenta acertá-lo com o golpe, mas Flareon desvia rapidamente para o lado.

― Flareon aproveite esta oportunidade e use Bite. ― As presas de Flareon começam a brilhar e ele abocanha a perna de Riolu.

― Cuidado Riolu. ― Grita Riley, mas já era tarde demais. Seu pokemon já estava preso entre as presas de Flareon. ― Droga, livre-se dele com um ForcePalm. ― Riolu encosta sua mão direita no corpo de Flareon e então um brilho roxo surge no local, empurrando Flareon para trás e livrando Riolu do pokemon, mas ele parecia muito ferido pelo Bite, provavelmente o ataque avia sido crítico.

― Não o deixe escapar, derrube-o com um QuickAttak! ― Flareon avança em alta velocidade contra Riolu.

― Riolu, impeça ele de te atingir com um BlazeKick. ― O que esse garoto esta fazendo? Pensou Fuego espantado, não apenas por aquele Riolu saber usar aquele ataque, mas também por que Riley não deve ter pensado nas consequências daquilo.

Riolu levanta sua perna em direção a Flareon e ela entra em chamas no momento que o QuickAttak a atinge, mas Flareon não sofreu dano do ataque, muito pelo contrario. As chamas que emanavam da perna do pokemon azul estavam sendo absorvidas por Flareon. O corpo do pokemon de fogo começou a brilhar e as regiões amarelas de sua pelagem estavam ficando vermelhas como o resto do pelo. Logo a raposa estava totalmente vermelha e seu corpo brilhava como uma chama ardente.

― O que foi isso? ― Pergunta Riley espantado.

― Riley. O que acabamos de ver foi a ativação da habilidade de Flareon. Ela se chama FlashFire, ela faz com que Flareon não fique apenas imune a ataques de fogo, mas também permite que ele aumente seu poder por um tempo quando isso acontece. É raro ver um Riolu que pode usar este golpe, mas foi uma péssima idéia ter usado. Flareon acabe com essa luta com FireFang.

Flareon rapidamente enche sua boca de chamas e aproveita da perna estendida de Riolu para abocanhá-la e nocautear o pequeno pokemon azul.

― Riolu esta fora de combate, Flareon vence. ― Fala Yin ao lado do campo de batalha.

Riley corre até Riolu e o pega no colo, enquanto senhor Fuego retorna Flareon para a pokebola.

― Foi uma boa luta garoto, agora descanse. ― Ele fala baixo para o aparelho e o guarda de volta no bolso. ― Para um Riolu que não serve para batalhas, ele foi muito bem. ― Disse o senhor Fuego sorrindo enquanto se aproximava do oponente derrotado.

― Sim, foi uma boa batalha. ― Responde Riley e Fuego estende sua mão para o garoto. Riley estende a mão também e se cumprimentam. ― Não vou perder a próxima.

Senhor Fuego apenas ri em resposta. Naquele momento Riolu começou a brilhar em rosa e suas feridas começaram a desaparecer. Fuego se assustou com aquilo, mas logo reparou que Chimecho estava emitindo aquela energia curativa, logo o pokemon azul estava curado e acorda latindo feliz. Yin se aproxima do pokemon e entrega para ele um pequeno biscoito marrom.

― Coma Riolu, vai ajudar a curar suas queimaduras. ― Falou Yin. Fuego estranhou a princípio, mas quando olhou para o corpo de Riolu, percebeu umas manchas vermelhas aparecendo no corpo dele que identificava o estado de queimaduras. Yin era impressionante, como ele havia percebido a queimadura, antes dela mostrar os sintomas?

Riolu então comeu o biscoito marrom e logo as manchas vermelhas sumiram de seu corpo e Chimecho emitiu uma nova onda de cura e deixou o Riolu em perfeito estado, talvez até melhor do que antes da luta. Quando Chimecho terminou Riolu latiu em agradecimento. Yin estendeu a mão para Chimecho e nela havia uma pequena fruta vermelha e amarela.

― Aqui Chimecho, esta é para você. ― Chimecho tocou seu sino feliz e comeu a fruta em apenas uma mordida.

A buzina do navio tocou e Fuego olhou para frente. Eles já estavam próximos da ilha de ferro. É incrível como tempo passa mais rápido quando estamos em batalha. Pensou ele animado.

― Senhores passageiros, sejam bem-vindos ao arquipélago de ferro. ― Gritou Roberto da cabine do barco. ― A maior mineradora de toda Sinnoh.

Notas do Autor

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4 comentários:

  1. Hey mano, eu já tinha lido essa parte do prólogo antes, mas vim aqui para comentar.
    Foi um prólogo bem tranquilo, você descreveu todas as cenas sem pressa e com uma leitura bastante agradável, a gente lê o capítulo e nem percebe o quanto leu até q o mesmo esteja no fim.
    Sobre essa parte do prólogo em si, achei interessante o fato do Junior não querer se envolver com pokémons, visto que é o que a maioria das crianças do mundo querem (ele e Brendan são grandes exceções). Provavelmente ele deve ter se sentido muito pressionado pelo pai e isso parece ter afetado um pouco a relação pai-filho deles (talvez seja só impressão minha, sei lá). Só sei q quero ver ele no mato logo correndo atrás de pokémons, pode dar um jeito de gostar deles!
    Riolu e Flareon, preciso dizer que amo esses pokes? São extremamente fofos e poderosos, gostei principalmente do Flareon que apesar da aparência meiga, deu uma surra quase humilhante no Riolu.
    Acho que é só isso :D. Vamos ver que aventuras nas Ilhas de Ferro nos trarão. Abraços!

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    1. Yo Carol, Junior é um personagem que eu queria fazer diferente, apesar de ele não ser tão importante assim na história, eu queria mostrar esse lado do mundo dos pokemons, onde existem aqueles que simplesmente não são como a maioria.
      Logo vou postar as notas do autor deste capítulo, lá vou falar um pouco da minha ideia sobre o prólogo.
      Até logo.

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  2. Apesar de já ter lido o prólogo há meses, estou muito atrasado no comentário. Mas antes tarde do que nunca!

    Não consigo acreditar que o Junior não goste de batalhas pokémons. É surreal. Na primeira vez que vi uma me apaixonei completamente. Realmente um caso muito raro, devo enviar um relatório sobre a um centro de pesquisa especializado em anormalidades.
    Mas, acabei me identificando com ele por causa desse jeito mais reservado e calado e que também é pressionado pelo pai a fazer coisas que não lhe agrada ou cabem no seu estilo de vida.
    A primeira batalha foi quente! O Riolu surpreendeu em sua primeira batalha demonstrando um dominio de técnicas já bem avançadas, pena que o seu treinador não seguia o mesmo nível de habilidade. E o Flareon, que é geralmente um pokémon defensivo, se mostrou um poderoso atacante e deixou o oponente comendo pó.

    Está ótimo o prólogo, Marcelo! Como já te falei antes: sua escrita é ótima, continua assim, cara :D

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    1. Falando em comentários eu me lembrei que eu sou um leitor fantasma na neo Kanto (na neo Hoem não pq eu comentei no Nyah), não posso deixar isso barato, logo vou lá deixar minhas opiniões matadoras na sua fic ;)

      Ahh Carlos Fuego Junior, esse personagem é deveras interessante, pena que ele não é protagonista. Quase mudei os planos de toda a fic por causa dele, mas acabei por deixa-lo nas sombras dos prólogos mesmo :/

      Riolu Riolu, esse pokemon é muito bacana, sabia que ele e Riley tem uma profunda conexão? Pena que o treinador não é muito bom treinador kkkk

      Muito obrigado Gabriel! Logo eu apareço nos seus capítulos para deixar uns comentários super atrasados kkkk

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