sábado, 19 de setembro de 2015

Capítulo 3 - Ilusão e realidade (Riley)

A cafeteria do centro estava tão mal cuidada quanto à recepção, Riley se surpreendeu ao saber que parte da comida do lugar ainda estava em condições de consumo, afinal já fazia uns quatro ou cinco meses que o lugar não recebia a devida atenção. Todos os alimentos mais perecíveis estavam estragados, contudo é obrigatório um centro de Sinnoh ter em seu depósito: cereais e grãos, para um caso de emergência. Provavelmente a pessoa que havia pensado nestes depósitos devia ter tido uma ideia diferente de emergência.

Miriam estava muito prestativa ao atender Riley, ela logo o acordou no início da manhã e prontamente ofereceu ao viajante o café da manhã. Entretanto quando Riley chegou ao refeitório, pensou logo em desistir do convite, principalmente por causa do cheiro de mofo do lugar.

― Não seja tão receoso, este lugar não está tão ruim! ― Falou Miriam exalando animação. ― O que vai querer comer?

Riley ainda estava com um pouco de receio de pedir qualquer coisa, mas acabou por ceder à insistência da mulher.

― Um café e uma barra de cereais vão ser o suficiente. ― Respondeu o jovem enquanto tirava o pó de uma cadeira do balcão para se sentar.

A mulher passou um pano pelo balcão e por cada louça antes de separa para o garoto, ela ligou a maquina de café e esta fez um forte barulho de motor raspando, mas logo Miriam deu um forte soco na parte superior do aparelho, fazendo o barulho parar e logo um liquido negro começou a cair dentro da pequena xícara.

― Me diga novamente Riley, o que o trás até esta pequena cidade? ― Perguntou Miriam enquanto colocava o café sobre o balcão.

― Estou a serviço de Rowan, vou levar um novo treinador, chamado Lucas, até Sandgem. ― Respondeu Riley enquanto cheirava a bebida negra a sua frente e para sua surpresa o aroma estava ótimo e tomou um grande gole da bebida.

― Lucas? Lucas Yue? ― Indagou a mulher em tom de preocupação enquanto abria a dispensa.
Riley pegou a pokedex e mostrou a foto do garoto para ela.

― Este Lucas. ― Riley guardou o aparelho e deu uma mordida numa barra de cereal que Miriam acabara de servir. O alimento estava um pouco seco, mas nada que o café não pudesse resolver.

― Sim, este é Lucas Yue. Bom saber que ele esta partindo dessa cidade. ― Miriam começou a preparar outro café. ― Ele é mais um órfão da gripe. ― Continuou ela com uma voz que mostrava tristeza. ― Ele perdeu toda a família para este mal.

― Então é por isso que Rowan falou que não tinha ninguém para acompanhar o garoto. ― Concluiu Riley. Miriam tomou o segundo café preparado na máquina e começou a lavar os objetos usados no desjejum.

― Sim, mês passado, quando o pai dele faleceu. Pensamos que seria melhor mandar o garoto para o orfanato de Eterna, mas assim que ele soube da possibilidade, fugiu da vila. ― Miriam começou a guardar as louças limpas. ― O encontraram dois dias depois vagando nas proximidades do lago da verdade.

― Esse era o garoto perdido? ― Perguntou Riley espantado. Ele tinha ouvido falar que um garoto testemunha estava desaparecido, na época que o centro de pesquisas estava sendo desativado. ― Que bom que o encontraram.

― Sim foi um alívio, mas o alívio maior é saber que ele agora vai iniciar uma jornada. ― Um som de sino tocou na cafeteria. ― Alguém acabou de entrar no centro, deve ser Lucas, vamos descer?

― Vamos sim. Muito obrigado pelo café, estava ótimo.

Miriam pareceu feliz com o elogio, contudo logo seu sorriso desapareceu. Eles foram andando em silêncio até o corredor que dava acesso as escadas para a recepção, no meio do percurso Miriam estende o braço para Riley.

― Pegue isso de volta. ― Ela estava com a cura nas mãos.

― Pode usar, é um presente. ― Falou Riley empurrando a mão da mulher para longe. Eles começaram a descer a escada e Miriam colocou o remédio na mão de Riley.

― Sou testemunha por opção, uma espectadora. ― Falou a mulher em voz baixa e Riley entendeu, guardando então o remédio em seu bolso.

Riley ficou um pouco irritado com Miriam, mas não podia fazer nada, algumas pessoas, mesmo que imunes a doença, se recusam a ajudar os outros. Estes são os espectadores, os sobreviventes que agem como testemunhas. O jovem respirou fundo enquanto aceitava a maneira da mulher de ser, naquele momento percebeu o garoto da foto parado no meio da recepção.

― Você é Lucas? ― Perguntou Riley para ter certeza e o garoto confirmou. ― Ótimo, eu sou Riley, serei seu guia para Sandgem, pronto para iniciar sua jornada?

Lucas olhou para o lado e permaneceu em silêncio. Riley não podia culpar o garoto de estar apreensivo. Afinal muita coisa devia estar passando pela cabeça dele naquele momento, talvez ele só precisasse de uma ajuda para superar o momento.

― Então. ― Reforçou Riley. ― Está ou não pronto para sua jornada?

― Sim, é como Barry disse. Pode apostar que sim!

― Barry? ― Indagou Riley em voz baixa e deu uma olhada rápida pelo lugar, mas apenas Lucas estava presente no ambiente. Miriam deu uma cotovelada na barriga dele e quando o jovem olhou para a mulher em dúvida, ela apenas balançava a cabeça negativamente.

― Barry espere! ― Falou Lucas enquanto andava em direção a porta da frente. ― Riley, nós iremos esperar lá fora!

O garoto saiu pela porta e Miriam foi caminhando em direção do balcão.

― Ei cúmplice. O que você sabe sobre isso? ― Riley ainda estava nervoso por causa da revelação da mulher, por isso acabou chamando-a por aquele nome. Miriam bufou e foi limpar as máquinas do centro, parecia ofendida. ― Desculpe.

A mulher olhou para ele com o canto do olho.

― Não mais do que você, essa cidade trata as pessoas como eu de maneira indiferente. ― Ela fez uma pausa e encarou o garoto. ― Só soube das coisas de que te contei, pois esses vândalos invadiram meu centro para procurar por esse pirralho. ― Ela falava enquanto apontava para a porta. Então ela bateu a mão na mesa e falou num tom frio. ― Saia daqui. Este centro esta desativado.

― Obrigado pela noite. ― Agradeceu Riley, ele realmente não devia ter chamado Miriam de cúmplice, essa ofensa foi criada pelos infectados para aqueles que eram imunes, mas se recusavam a ajudar os doentes. O jovem seguiu para a saída do centro. Naquele momento o melhor a fazer era ir embora.

No lado de fora, estava Lucas apontando para as casas da cidade.

― A velha louca mudou para aquela casa no meio do ano passado. ― Falou o garoto olhando para o lado, mas não havia ninguém ali. ― Sim, nada para aquela bruxa.

Riley olhou para a casa que o garoto apontava, mas a dita construção parecia estar abandonada, as portas e as janelas estavam fechadas e uma faixa negra estava pendurada na varanda. Eram mais vítimas da gripe.

― Lucas. Temos que ir agora, se não nós chegaremos a Sandgem de noite. ― Falou Riley enquanto liberava seu parceiro Lucario da pokebola. O pokemon latiu feliz ao ver seu treinador. ― Dormiu bem? ― Ele assentiu e Riley sorriu.

― Nossa um Lucario! ― Falou Lucas surpreso. ― Sério? Posso ver? ― Garoto ainda continuava a falar com o vento e então ele encarou Riley. ― Você aceita?

― Aceitar o que? ― Perguntou o Riley confuso.

― Barry falou que só iria mostrar o Lucario dele se fosse numa batalha contra o seu.

Riley olhou para seu Lucario, mas o pokemon parecia estar tão confuso quanto o treinador.

― É... Desculpe, mas não vai dar. Prometi para o Rowan que iríamos chegar cedo ao laboratório. ― Mentiu Riley e Lucas parecia estar chateado, então para melhorar um pouco o clima ele fez uma proposta. ― Que tal se eu e o Barry batalharmos depois que você tiver seu primeiro pokemon?

― Pode ser. ― Respondeu o garoto triste. ― Vamos logo então.

Os três partiram em direção à rota 201, Lucas continuou suas conversas com o vento e Riley tentou ignorar o monólogo do menor. Os pensamentos do guia se confrontavam, devia ele falar a verdade para o garoto? Afinal ele já devia ter uns quinze anos para ser chamado por Rowan, ele não é velho demais para ter um amigo imaginário? Mas em contra partida, ele acabou de conhecer o garoto e como Lucas tem um histórico de fugir, não seria sábio tentar mostrar a realidade para ele enquanto ele não tiver um pokemon para se defender.

O fato que apesar de Riley saber que devia conversar com o menino, ele também não queria ter que adiar ainda mais suas aventuras porque fizera Lucas se perder no meio da mata. Ele tinha uma missão simples: Levar o garoto para Sandgem, talvez Rowan fosse até a pessoa certa para dar esses conselhos para o novo treinador.

Conforme os viajantes foram avançando na rota, o sol foi subindo no horizonte até atingir o ponto mais alto do céu, indicando que já devia ser por volta de meio-dia.

― Riley! ― Gritou Lucas, assustando o mais velho. Riley estava ignorando o garoto, por isso não deve tê-lo ouvido chamar.

― Sim?

― Estamos andando faz horas e eu estou com fome. Vamos parar por aqui para almoçar?

Riley apesar de só ter voltando a viajar a dois dias, ele já esta acostumado com a rotina dessas caminhadas mais longas, onde ele tomava um simples café da manhã, almoçava uma fruta ou só bebia alguma coisa pouco depois do meio-dia e apenas no jantar ele comia uma refeição mais elaborada.

― Certo. Lucario encontre algumas frutas para nós.

O pokemon balançou a cabeça ao ouvir a ordem e correu em direção do conjunto de árvores mais próximas. Enquanto isso, Lucas se sentava no chão e retirava de sua mochila um embrulho.

― Não se preocupe conosco, trouxe almoço de casa. ― Ele abriu o pacote e retirou dele dois sanduiches. ― Aqui Barry, pode comer um deles! ― Lucas ficou parado olhando para frente e recuou o braço com o lanche. ― Tem certeza? Não faz mal, mais tarde você come. ― Ele então guardou um dos lanches de volta em sua mochila e começou a comer o outro.

Riley balançou a cabeça para os lados tentando esquecer as cenas estranhas que o Lucas proporcionava com o seu parceiro invisível. Para espera Lucario voltar, o jovem foi até uma pedra próxima e se sentou sobre ela. Não demorou muito para o pokemon aparecer voltando, mas algo parecia errado, além dele estar sem nenhuma fruta, ele estava correndo muito rápido, tão veloz que o vento a sua volta se distorcia, ele estava utilizando o golpe ExtremeSpeed.

Riley sabia que seu pokemon não faria isso sem precisar, realmente havia alguma coisa de errado. O jovem virou para avisar Lucas, mas assim que ele olhou na direção que o garoto estava, sentiu uma forte irritação em seus olhos e teve de fechá-los no mesmo momento.

Riley involuntária mente esfregou os olhos e quando os reabriu, percebeu que seu pokemon estava com a perna coberta de fogo e estava dando um chute horizontal em um alguém. A pessoa caiu para trás desviando por pouco do ataque do pokemon, este deu então um rugido ameaçador. Lucario estava muito irritado, fazia um tempo que Riley não via ele desse jeito.

O desconhecido que estava sendo atacado pelo pokemon devia ter a mesma idade do Lucas, ele era loiro e estava usando uma blusa vermelha de manga comprida. Lucario não estava satisfeito por ter errado o golpe, então invocou um osso de aura em suas mãos, porém antes que o pokemon pudesse atacar de novo, Riley gritou:

― Lucario retorne. ― Um raio de luz vermelha saiu da pokebola de Riley e atingiu o pokemon enfurecido pouco antes de seu ataque acertar a pessoa. Lucario então desapareceu no meio da luz vermelha e foi sugado para dentro da esfera. ― Você está bem?

O garoto caído no chão, devido ao BlazeKick de Lucario, estava sorrindo.

― Riley, quando eu desafiei você para a batalha você me ignorou. ― Ele se levantou e bateu em sua roupa para retirar um pouco da poeira dela. ― Não esperava que você fizesse esse ataque de surpresa.

― Barry! Você está bem? ― Perguntou Lucas ao se aproximar do garoto loiro. ― Riley controle seu pokemon, Barry podia ter se machucado seriamente.

Riley estava confuso, aquele era mesmo Barry? Não fora ele o campeão da liga? Esses pensamentos invadiam a mente de Riley, mas eles não faziam sentido. Ainda estava no dia da semifinal, onde seria decidida a pessoa que enfrentaria Nature nas finas no próximo fim de semana. Não, Barry realmente ganhou a liga, sim agora Riley se lembrava. O garoto derrotara Nature no combate final, como ele poderia ter esquecido, tinha sido uma grande batalha. Cynthia havia aplaudido de pé no final do combate.

― Desculpe, eu não sei o que deu no Lucario. ― Riley realmente não sabia o que havia acontecido. De repente seu pokemon simplesmente começou a atacar Barry, mas antes parecia estar tudo bem, ele parecia estar tão calmo e o Barry... O Barry? ― Barry?

― Fala Riley?

― Desde quando você esta com a gente?

Barry parecia confuso com a pergunta, mas antes que pudesse responder, Lucas falou:

― Ele estava conosco desde o começo. ― Riley olhou para o caminho que o grupo havia acabado de fazer, reparou na trilha de terra e grama, realmente havia três rastros. No que ele estava pensando? Os três estavam juntos o tempo todo.

― Sim, eu apenas estava distraído. ― Os dois garotos trocaram um olhar e encararam o jovem. ― Deve ter sido a comida do centro, aquele lugar estava tudo mofado. ― Comentou Riley para aliviar um pouco o clima e em seguida forçou uma risada.

Lucas e Barry riram junto, mas a risada dos garotos parecia muito mais natural do que a de Riley, mas o que importava era que o clima no grupo estava mais calmo e sereno.

― Deve ser fome, Lucas porque não dá o seu sanduiche para o nosso guia?

Lucas não pareceu feliz com o pedido do garoto, mas acabou concordando e deu o lanche para Riley, não antes de oferecer metade para Barry, que novamente recusou dizendo que não estava com fome. Riley aceitou o pão e o comeu em poucos minutos. Durante o almoço eles deram mais risadas do acidente anterior, realmente fora só uma distração. Agora estava tudo mais claro na mente do jovem, Riley até lembrou que Barry foi o primeiro a sair do centro pokemon naquela manhã.

Quando Riley terminou o lanche, eles voltaram à caminhada para Sandgem. Riley teve vontade de liberar Lucario novamente, contudo não o fez. Teve medo que o pokemon se irritasse novamente e acabasse machucando Barry ou Lucas. Foram andando só os três como estavam fazendo antes.  

A caminha estava mais tranquila que antes, agora Riley estava participando da conversa com Barry e Lucas. O campeão não parava de contar sobre suas aventuras e sobre os mais variados pokemons que havia encontrado em sua jornada por Sinnoh.

Logo já estava entardecendo e eles já estavam chegando a Sandgem, quando então a pokedex de Riley apitou. Ele havia recebido uma mensagem, ele pegou o aparelho do bolso e percebeu que Chery havia respondido a mensagem do dia anterior, ela sempre demorava a respondê-las. Afinal ela sempre esquecia o aparelho em algum canto e não o ouvia apitar.

‘Estou muito feliz que minha irmã esteja nas finais! E você viu quem vai enfrentar ela? Candice, a garota da cadeira de rodas! Sim eu sei que ela não precisa mais do objeto, mas não é incrível? Devo estar mais ansiosa que minha irmã para final. De qualquer forma, no próximo domingo, logo após a partida, estarei pegando um navio para Canalave, nos encontramos em Jubilife?’

Riley parou de andar quando leu à mensagem, a liga ainda estava acontecendo? Mas Barry, o campeão, estava a sua frente ao lado de Lucas. O jovem então releu o texto de sua amiga e ainda conferiu a data de envio, Chery estava fazendo alguma brincadeira de mau gosto? Não, ela não brincaria com uma coisa dessas.

― Riley esta tudo bem? ― Perguntou Lucas preocupado. Riley olhou para o garoto e percebeu que eles estavam sozinhos, Barry não estava mais ali.

― Sim, só recebi uma notícia que eu não esperava. ― Ele não podia ficar preocupado com aquilo agora, estaria ele delirando?

Foi antão que o jovem percebeu que o campeão na verdade ainda estava ali, mas seu corpo não estava totalmente visível, era como se ele fosse um fantasma. Assim que Riley focou sua visão no corpo opaco do garoto, ele começou a ficar mais visível e seus pensamentos voltavam para a vitória de Barry na liga de Sinnoh e sua cabeça começou a latejar de dor.

Para tentar controlar a dor Riley fechou os olhos e forçou sua memória na mensagem de sua amiga, porque aquelas memórias estavam invadindo sua mente? Ele se perguntou, era como se alguma coisa estivesse alterando suas lembranças e ele não podia deixar que aquilo acontecesse.

― Riley! ― Ouviu alguém o chamando e ele abriu os olhos. Os dois garotos ainda estavam ali na sua frente. Lucas parecia confuso com tudo que acontecia, mas Barry, ainda com o corpo opaco, parecia irritado e encarava Riley diretamente nos olhos.


Barry parecia falar alguma coisa, mas Riley não conseguia ouvi-lo e então que o campeão fechou os olhos e desapareceu da visão de Riley. A cabeça dele parou de doer e suas memórias voltaram a se organizar, mas uma pergunta ainda permanecia em sua mente. O que era aquilo?


Notas

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6 comentários:

  1. Uou,bem,como Barry desaparece?Será um monge??Ou será outra coisa?Bem,parando a brincadeira,interessante o rumo da fic.

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    1. Desaparecer? Hum... Seria mais como se ele nunca estivesse ali! Ele é algo como uma ilusão, mas é mais que isso ^^ a realidade esta distorcida em volta do Lucas, resta saber o que causa isso!

      Até a próxima!

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    2. Acho que é por causa do trio lendário de Sinnoh ou os efeitos que o lago que é próximo a Twinleaf fez a ele.

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    3. É uma boa teoria ^^
      Afinal quando o Lucas fuigiu, ele foi encontrado perto do lago.

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  2. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH to amando! Sério mesmo, vc precisa continuar.
    Cara, enquanto eu ia lendo ficava nessa de aconteceu e não aconteceu. Se quem tinha um problema era Lucas ou Riley e ficava pensando como diabos o Barry aparecia e desaparecia, quando me passou a hipótese de distorção do tempo. Mano, isso é muito complexo, se você conseguir trabalhar bem com isso sua fic será uma das mais perfeitas da história de pokémon.
    Muitos mistérios estão vagando pelo ar. Pelo que parece, Lucas então não tomou a cura, não é? Ou ele já tinha tomado e já era imune? O Lucário atacou Barry porque ele surgiu do nada?
    O cap ficou mto bom mesmo. Ansiosa pelo próximo! Bjos!

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  3. Vou continuar sim! Aproveitar as ferias agora para escrever os capitulos ^^
    Não vou revelar nada ainda do que esta acontecendo, mas espero surpreender a todos meus queridos leitores ^^
    Uma pergunta surgiu a minha mente quando eu pensava na história e suas perguntas me lembraram dela: O que acontece com aqueles que tomam uma overdose da cura?
    Não deve ser o caso do Lucas, mas é uma boa pergunta...

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